- Ela
está revirando os olhinhos – disse a esposa.
- Oh.
- Sim, ela está sentindo um prazer muito
intenso – disse o marido. E enterrou seus dezoito centímetros plastificados por
mais três vezes na vagina já sobremaneira relaxada da jovem. A esposa acariciava
de leve o ondulado cabelo da moça, como a consolá-la – mas não havia necessidade
de nenhuma consolação ali.
- Ela
está gozando?
-
Sim, acho que pela segunda vez. Ou a terceira.
- Adoro
esse barulho chulepo-chulepo.
-
Ela está me molhando todo.
- Sim,
parece que suas bolas tomaram banho.
O
marido prosseguiu as estocadas firmes e ritmadas, estocadas essas que lenta porém
perceptivelmente atingiam profundidades maiores do corpo da moça.
- Vai
bater no útero dela.
- Quem
sabe?
As
pernas da jovem atingiam ângulo de abertura impensado havia poucos minutos.
- Põe
a mão sobre ela – disse o marido.
- Estou
sentindo as ondas lhe prazer a percorrê-la. É lindo.
-
Devo parar agora?
- Não,
castigue mais um pouco. Para ela se lembrar que uma coisa é transar com um homem
qualquer; outra é transar com o meu marido. É especial.
As mãos
da moça pousaram na cintura do macho, mais a sentir o movimento que a parar.
- É
agora – disse ele.
- Já?
- Estou
comendo essa garota há vinte minutos. Oh.
- Nos
seios, nos seios – disse a esposa.
E
ele obediente arrancou o plástico e jatos sucessivos de sua semente cobriram os
bicos marrons da jovem.
O
beijo foi para a esposa.
- Gostou?
- O
prazer e a dor de ver seu marido comer outra – disse a esposa não sem
filosofia.
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